TRANSPORTE FRACIONADO

A definição do modal é feita caso a caso, considerando urgência, criticidade do produto, origem, destino e integração com a última milha.

Atuamos com priorização de embarques a partir dos aeroportos de Guarulhos (GRU) e Congonhas (CGH), que concentram os principais fluxos logísticos do país, além de capilaridade para embarques nos principais aeroportos do Brasil, conforme a necessidade da operação.

Em regiões específicas, quando o transporte aéreo não é o modal mais adequado, a estratégia é direcionada para transporte rodoviário ou suporte operacional com operações fluviais, sempre buscando o menor prazo possível dentro de um padrão seguro e controlado.

Indicado para operações que exigem prazo reduzido, mas permitem planejamento prévio.

Nesse modelo, os embarques são organizados com antecedência, respeitando janelas operacionais, integração com a distribuição e controle de riscos ao longo do trajeto.


É uma opção eficiente para:

Quando o prazo é crítico e não há margem para espera, atuamos com a estratégia de próximo voo disponível.


Esse formato é aplicado em situações que exigem:

Utilizado principalmente para transferência interestadual para as principais capitais do país


Esse modelo é estruturado para garantir:

Aplicado em entregas programadas na última milha, quando a operação exige exclusividade, controle total da rota ou maior previsibilidade no atendimento ao destino final.


Esse formato é indicado, por exemplo, para:


Utilizamos operações de cross docking principalmente em fluxos onde a coleta ocorre em outros estados e a redistribuição precisa ser organizada com rapidez, controle e previsibilidade.

Nesses casos, os volumes são direcionados para nossa base operacional em São Paulo, onde realizamos:

Após esse processo, os embarques seguem para os destinos utilizando transporte aéreo ou rodoviário, conforme a estratégia definida para cada operação.

Redução de prazos totais de entrega

Organização de fluxos pulverizados em múltiplos destinos

Rastreabilidade e controle operacional

Integração de diferentes modais com maior eficiência

Quando a operação exige controle de temperatura, o transporte é integrado à cadeia fria por meio de sistema passivo, com uso de embalagens isotérmicas validadas, adequadas à duração da rota e à criticidade do produto.

Em diversos cenários, é necessário operar com o retorno de produtos de forma organizada, previsível e alinhada ao regulamento.

Atuamos com logística reversa planejada garantindo organização do fluxo de retorno e visibilidade sobre cada etapa do processo.

Vamos juntos entender suas necessidades Logísticas para o Transporte Fracionado?

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